Passar para o Conteúdo Principal

município

logo Paredes

site_video

siga-nos Facebook Instagram RSS feed

Comissão de Baltar visitou a LIPOR para conhecer processo de valorização de bio-resíduos

Comissão de Baltar visitou a LIPOR para conhecer processo de valorização de bio-resíduos
img_8459
img_8530
img_8537
img_8472
img_8483
img_8487
img_8527
img_8520
17 Julho 2021

A Comissão de Acompanhamento criada no âmbito da Unidade Industrial de Valorização e Gestão de bio-resíduos a instalar pela Ambisousa, no Parque Empresarial de Parada/Baltar, visitou este sábado, 17 de julho, a Central de Valorização Orgânica da LIPOR, com o propósito de conhecer o funcionamento desta empresa.

A comitiva integrou o Vice-Presidente da Câmara Municipal de Paredes, Francisco Leal, o Vereador Paulo Silva, o Presidente da Junta de Freguesia de Baltar, Jorge Coelho, e cidadãos interessados nos esclarecimentos e na demonstração de todo o processo de compostagem de resíduos orgânicos.

A visita foi acompanhada pelo administrador da LIPOR, Fernando Leite, e técnicos da empresa.

No final da visita, os cidadãos ficaram a conhecer e a perceber a importância da recolha seletiva de resíduos orgânicos, que são tratados numa unidade industrial fechada que não liberta gases nem cheiros, para a produção de um composto de elevada qualidade para uso agrícola e jardins.

A “fábrica” da Ambisousa destina-se a transformar e valorizar os “restos de comida e resíduos verdes” para produzir biogás a injetar na rede de gás natural. Esta fábrica transformará até o máximo de 25 mil toneladas de resíduos orgânicos, por ano. A unidade industrial da Ambisousa é um investimento de 18 milhões de euros que prevê a criação de 60 postos de trabalho.

Refira-se que a Central de Valorização Orgânica da LIPOR transforma, anualmente, 60 mil toneladas de resíduos orgânicos num composto 100% natural que pode ser utilizado na agricultura - o NUTRIMAIS.

Nas duas sessões de esclarecimento à população de Baltar, “apesar de não ser obrigatório”, o autarca de Paredes solicitou à Ambisousa um estudo que avalie o impacto ambiental” da instalação da unidade industrial, equipamento previsto construir até 2023, assim como à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN) e à Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

 

 

 

 

 

 

Texto: IM

Fotos: CMP

Top