A raposa Sebastiana e irmãos crescem na nossa mágica aldeia. D. Mécia e D. Fuas Vulpes são os pais da salta-pocinhas, cujo porte indica um futuro de
rainha.
Amigos aparecem na aldeia, e alegram o nosso verão. Mas visitas inesperadas trazem alvoroço em pleno Natal. Será possível que os nossos animais
selvagens estejam na mira do oportunismo de alguns? Oportunismo ou esperteza saloia?
O Professor Alexandre Valente assina o prefácio e que não resistimos a citá-lo: “O caricato final da história não deixa margem para dúvidas sobre a falta de raposice do Sr. Grilo. O músico ambulante revelou não saber mais; parece mesmo que não chega sequer aos calcanhares da Sebastiana e o seu carma virou-se contra ele, de forma instantânea, a mostrar-lhe que quem se mete com a Mãe Natureza acaba por pagar, cedo ou tarde, a sua impertinência, e no caso particular, com um terrível vexame.”