Depois do movimento e do ritmo, faltava a energia primordial. A energia de respiração ampla: do gesto ao movimento, à cor, luz e explosão.
Lado a lado a tensão dos materiais, lado a lado o outro, e outros artistas com nome na nossa praça que se juntam a nós neste confronto, na necessidade do outro. É um “Pintar a Manta”, como sempre transfigurado.
Desta vez imersivo, do excesso e do desequilíbrio e da liberdade de expressão dos nossos artistas dos 3 anos aos 18.
Desta vez uma manta de matéria e luz, de ambientes tecnológicos, sensoriais, interativos e cúmplices para ativar o invisível e provocar o inesperado. Acender o escuro. E um túnel também.