«Na geometria contingente dos ciclos e dias de tábua há, por conseguinte, a recondução da palavra poética a um alicerce de paisagem cujos desenhos espelham o que de mirífico ela nos traz, no esforço de expressão da experiência do rumor da linguagem do lado de fora das camélias, algures nas dobras enigmáticas do novelo do tempo.»
(Do Prefácio de Francisco Saraiva Fino)