É tempo da III Bienal.
No modelo inicial de 2022 a I Bienal - Festival de Artes em Madeira de Paredes, lançou as sementes e para isso apresentou-se como um festival de celebração dos artistas e artesãos ligados à madeira e das memórias e do saber fazer, associando uma programação em que através de roteiros e itinerários em destinos desta terra, se convidou os visitantes a conhecer mais sobre a história do concelho.
Na edição de 2024 a II Bienal Internacional das Artes em Madeira de Paredes, muda o nome, internacionaliza-se e aponta para os novos caminhos em que a integração com as diversas artes plásticas se materializou nas exposições e nos artistas convidados, na homenagem aos grandes mestres Paulo Neves e Zulmiro de Carvalho e na continuidade de celebração da madeira como matéria e justificação para uma programação abrangente diversificada e inclusiva com atividades para todos.
Chegados a 2026 eis a III Bienal Internacional das Artes em Madeira de Paredes. A BIAMP tornou-se uma marca e um evento de referência. Música, Teatro, Conferências, Visitas Guiadas, Exposições de Artes inspiradas em madeira e o culminar de tudo na inauguração do Museu do Mobiliário de Paredes - Mosteiro de Vilela.
É, no entanto, no icónico palco das exposições temporárias a Casa da Cultura de Paredes - Palacete da Granja e nas suas três salas que se apresentam três grandes artistas que convidamos para esta também terceira Bienal.
Fernando Barros, Henrique do Vale e Jorge Braga, depois de aqui participarem em exposições coletivas nos anos anteriores vêm agora apresentar-se individualmente. Todos diferentes e todos geniais. Esta casa torna-se num grande laboratório onde cada um ensaia, experimenta e aplica os seus saberes, visões e emoções sobre a mesma matéria base obtendo resultados únicos diversos e fantásticos. Parece magia, mas é arte.