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Bandas Filarmónicas de Baltar e de Vilela atuam no Dia do Trabalhador no Parque José Guilherme

Bandas Filarmónicas de Baltar e de Vilela atuam no Dia do Trabalhador no Parque José Guilherme
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30 Abril 2019

O Parque José Guilherme acolhe amanhã, 1 de maio, dois concertos das Bandas Filarmónicas de Baltar e Vilela. A iniciativa do Município de Paredes decorre no âmbito das comemorações dos 45 anos do 25 de Abril e do Dia do Trabalhador.

A atuação da Banda Filarmónica de Baltar está agendada para as 10h00. Segue-se a atuação musical da Banda de Vilela, pelas 11h00.

Recorde-se que o momento musical das comemorações dos 25 de Abril, em Paredes, esteve a cargo da Banda Filarmónica de Cête.

BANDA DE BALTAR
A Banda Musical de Baltar foi fundada em 1860 por habitantes da freguesia, ultrapassando ao longo dos tempos várias dificuldades. Em meados dos anos 30, Alcino Coelho de Sousa, assumiu a direção da Banda, tornando-a numa das melhores e mais prestigiadas, tendo sido extinta vinte anos depois.

Em 1989, Fernando de Freitas Nogueira reergueu a Banda de Baltar que possui um vasto repertório.

As comemorações dos 157 anos da Associação Cultural e Musical de Baltar assinalaram-se em 2017 e ficaram marcadas pela bênção das novas instalações localizadas na antiga Escola Primária de Baltar.

A Banda de Baltar é, atualmente, constituída por 61 elementos com direção musical do maestro Benjamim Vieira. A direção da Associação Cultural e Musical de Baltar está a cargo de Delfim Amadeu Santos.

BANDA DE VILELA
A Banda Filarmónica da Associação Recreativa e Musical de Vilela nasceu à sombra da Igreja, como forma de solenizar as cerimónias litúrgicas.

Foi fundada em 1860 pelo padre Reitor da Aldeia, José Machado e por Bernardino Magalhães que foi o seu primeiro contramestre, tendo como regente o padre Cardoso, pároco da freguesia vizinha de Duas Igrejas.

Com o historial de atuações a banda tem-se pautado sempre com brilhantes concertos pelas mais diversas regiões do país e no estrangeiro. Tem participado em vários certames e concursos ao longo da sua existência, tendo granjeado sempre notáveis atuações dignas de registos e memória.

O ano de 2008 foi particularmente pleno de atividade musical. Além das tradicionais romarias, a Banda efetuou duas gravações de CD’s – Simplesmente Nosso e The Submerged City), sendo o segundo gravado para a mundialmente conhecida editora holandesa Molennar.

Na sua história mais recente, passaram pela direção artística maestros como: Capitão Pereira de Sousa, Maestro António Lopes – Diretor da então Orquestra Sinfónica Portuguesa, 1º. Sargento Músico Daniel Silva, Prof. António Gomes, Prof. Miguel de Oliveira, João Gomes, 1º. Sargento Músico Manuel de Abreu Neto, 1º. Sargento Músico Armindo Nunes, entre outros.

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